Aos 31 anos, Leonardo Pereira já passou cerca de uma década a trabalhar como chef pelo mundo. Passou por países como Espanha, França ou Irlanda e chegou a subchef do Noma, restaurante na Dinamarca que já foi várias vezes eleito ‘Melhor Restaurante do Mundo’, onde trabalhou cerca de cinco anos.

Natural de Santa Maria, cresceu de “pés descalços” numa quinta, como o próprio descreveu em entrevista ao Lifestyle ao Minuto.

Desde 2015 que está de volta a Portugal, passou pelo restaurante do hotel de charme Areias do Seixo mas desde o fim do ano que está a preparar a abertura do seu próprio espaço.

Ainda não está definido quando e onde vai abrir o seu restaurante, mas admite uma forte possibilidade para que seja em Lisboa, numa zona “mais aberta e menos populada” da capital portuguesa.

Apesar das incertezas, há algo que se pode esperar do restaurant do chef Leonardo Pereira: “biodiversidade no prato”, uma cozinha “baseada em plantas”, sempre “à procura de novos sabores e padrões”, numa linha entre “o que é familiar e alienígena ao paladar” que se propõe a “desafiar e cativar” ao mesmo tempo que dá “uma sensação de conforto” e um boa experiência.

Pôr as pessoas a pensar sobre a evolução que os hábitos alimentares têm sofrido e desafiá-las a comer de forma mais diversificada foram os objetivos da conferência que o chef Leonardo Pereira preparou para o evento TEDxOporto, que se realizou ontem.

Comenta que com a massificação da indústria alimentar há muita coisa boa e nacional que se tem perdido. “A nossa dieta mudou nas nossas costas”, agora não se come carne, come-se uma coisa “frankensteiniana”.

E ataca os que usam e abusam do “conceito”. Isto do “feito por nós”, “caseiro”, etc “é uma treta, é marketing”, remata.

Fonte: Notícias ao minuto

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