Caso vocês não tenham uma horta em casa, onde vocês normalmente compram suas frutas e verduras? Em feiras orgânicas? Na tradicional feirinha do bairro? Nos mercados? A questão é: como esses alimentos chegam pra vocês, hein?

Há algum tempo, umas das polêmicas das redes sociais era o fato de uma grande rede de supermercados ter colocado à venda tangerinas (também conhecidas como mexerica em algumas regiões do país) já descascadas – tudo “muito bem embalado”, claro. O  que foi realmente surpreendente do episódio é que a maior parte dos usuários das redes questionou a “facilidade” ofertada nos dias atuais. Com frases do tipo: “na minha época eu colhia do pé” ou “que geração é essa que não pode descascar uma tangerina? Vergonha.” Quando na verdade hoje em dia é normal encontrar em várias feiras (ao menos nas do Rio de Janeiro), verduras e legumes já descascados & ralados que, de costume são vendidos dentro de saquinhos plásticos. Sendo assim, o que impressiona é a falta de indivíduos questionando a ausência de uma consciência na criação de situações que requerem o uso de mais embalagens e consequentemente a produção de mais lixo. Nisso ninguém pensou? Sim, pensou.

Uma jovenzinha de apenas 17 anos, de Curitiba, notou a quantidade de embalagens de isopor que a mãe trazia do mercado por conta das compras, e resolveu então agir em prol do planeta. A estudante de ensino médio, desenvolveu uma nova embalagem biodegradável a partir do bagaço da cana-de-açúcar para substituir o  material que normalmente lota os lixões e aterros, e gasta em média de 100 a 300 anos para se decompor. Achavam o isopor inofensivo? A Sayuri Magnabosco vai explicar pra vocês que não é.

Confira o vídeo:

Fonte: Catraca Livre

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