Comer pipoca nas ruas é um hábito histórico entre os cariocas. Em quase todas as esquinas do Rio de Janeiro existe um carrinho vendendo o alimento em versões diferentes. Leite condensado, queijo, manteiga, bacon, são alguns dos sabores mais pedidos.

Entretanto, um novo hábito, além de causar polêmica, vai contra os esforços de instaurar medidas sustentáveis de consumo. No fim de semana, diversos jornais publicaram matérias mostrando que as pessoas estão comendo pipoca com o auxílio de uma pinça de plástico.

Embora tenha caído nas graças dos fãs de pipoca no fim de 2017, a pinça de plástico para comer pipoca virou febre nos últimos meses. De acordo com os pipoqueiros, ela é usada para evitar que as mãos fiquem meladas.

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Apesar de louvável, a intenção esbarra em um problema sério: o plástico. Ao longo de 2018, o Rio de Janeiro se destacou no cenário nacional ao proibir o uso de canudinhos de plástico em restaurantes e lanchonetes.

Sancionada pela Assembleia Legislativa, a lei pretende combater a incidência de plástico. Aliás, tais esforços são praticados por outros países e grande empresas, como o Bob’s, que lançou um canudinho comestível.

O consumo de plástico excessivo tira o sono de ambientalistas. Os oceanos são as maiores vítimas da poluição e os canudos de plástico os maiores vilões. Estima-se que 46% de todo o lixo despejado nos mares seja formado pelo objeto.

No caso da pipoca, o problema não é forma que você come, mas como. Não dá para, em pleno 2018, aumentarmos o uso de plástico.

Fonte: Hypeness

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